A Fundação FCTER

HISTÓRIA DA FCTER

Para discorrer sobre a história da FCTER é imperativo recordar alguns marcos históricos anteriores à sua fundação para entender a razão de sua existência e sua importância para a sociedade.

No ano de 2008 ocorreu o SUSTENTAR – Fórum sobre Energias Renováveis e Consumo Responsável, realizado no Auditório Antonieta de Barros em Florianópolis/SC, promovido pela Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC). O principal objetivo do evento foi levar à sociedade a discussão de um tema que estava na agenda política e econômica mundial, reunindo pesquisadores do Brasil e da Alemanha, bem como lideranças políticas, movimentos sociais, entidades e representantes de governos estaduais e do governo federal para debater vários temas envolvendo as energias renováveis. Assim, foi elaborada a Carta de Florianópolis, que fomentou diretrizes para a área de Energias Renováveis.

Em 2010 o SUSTENTAR veio para a cidade de Chapecó, onde empresários idealizadores e visionários vislumbraram a ideia de criar uma Fundação voltada para área de Energias Renováveis. Para esta iniciativa foram realizados aportes monetários por esses instituidores para que a Fundação pudesse se tornar realidade. Até o efetivo registro da Fundação junto ao Ministério Público, que normatiza as atividades deste modelo de organização, se passaram três anos. Durante este período, o nascimento da Fundação por si só fomentou a criação de outras empresas relacionadas com sustentabilidade e energias renováveis como RENOVIGES, APROVA,FIBRATEC ENERGIAS, BUZZQ, entre outras iniciativas ligadas às energias renováveis.

O Ministério Público aprovou a criação da FCTER – Fundação Científica e Tecnológica em Energias Renováveis em 06 de agosto de 2013. Após a aprovação, as instituições indicaram nomes para compor o Conselho de Administração da Fundação, dando início às suas atividades. No dia 31 de março de 2014, foi formado o Conselho de Administração, empossando os seus membros. Já no dia 01 dezembro de 2014, foi constituído e empossado o Conselho Fiscal, atendendo assim a todos os requisitos exigidos pelo MP para a regularização das atividades da FCTER.

Assim nasce a FCTER onde o sonho de seus instituidores é fomentar conhecimentos e projetos na produção e geração de energias renováveis e contribuir com uma nova matriz energética.

MISSÃO

Promover a produção e geração de energias renováveis por meio de pesquisa, desenvolvimento e inovação para melhorar a qualidade de vida da população, contribuindo com a nova matriz energética.

VISÃO

Ser referência mundial na produção de conhecimento e tecnologia em um novo modelo de gestão de energias.

VALORES

  • Transparência;
  • Comprometimento;
  • Responsabilidade Social;
  • Integridade;
  • Honestidade;
  • Espírito Inovador;
  • Educação.

Estrutura Organizacional

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Gestão Executiva

Apoiadores

Código de Conduta

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I – LEGALIDADE, que significa que a atuação de todos os colaboradores deve respeitar incondicionalmente a legislação vigente no País, observando todas as leis federais, estaduais, municipais e todas as normas internas da FCTER como Estatutos, Regulamentos e Regimentos, zelando para que não haja atos ilícitos, infrações ou descumprimentos de qualquer espécie, seja por ação ou omissão.

II – MORALIDADE, exigindo que as condutas pessoais estejam em conformidade com os preceitos da moral válidas ao salutar convívio entre as pessoas, e às boas práticas negociais, respeitosas aos bons costumes, com virtude, honestidade e probidade.

III – TRANSPARÊNCIA, pois, tendo em consideração a natureza de Fundação de direito privado tenha-se o especial empenho dos colaboradores na transparência e publicidade dos dados, recursos financeiros e informações que sejam de interesse social e dos órgãos de fiscalização.

IV – EFICIÊNCIA, não só nas rotinas administrativas como também nos resultados produzidos no âmbito dos projetos desenvolvidos.
IV. DEVERES

IV.1. Conflitos de interesse

Art. 3º. Devem ser evitados os conflitos de interesses pessoais ou de terceiros, diretos ou indiretos nos assuntos da Fundação, abstendo-se de comprometer ou influenciar com parcialidade o andamento regular das atividades, cabendo preservar os melhores interesses da Fundação.

Parágrafo único. Por conflito de interesses entende-se a possibilidade de confronto direto ou indireto entre os interesses pessoais ou de terceiros e os da FCTER.

Art. 4º. É dever dos envolvidos nos projetos de que participem outras pessoas jurídicas ou físicas executá-los em harmonia e cooperação com os parceiros, velando para que não haja choques de interesses que, de alguma forma produzam danos ou constrangimentos a Instituidores, Mantenedores, à FCTER, ou a quem quer que seja.

Art. 5º. Os conflitos de interesse próprios ou de terceiros deverão ser imediatamente comunicados à Direção Geral da FCTER.

IV.2. Proibição de recebimento de presentes, comissões, brindes e outros

Art. 6º. Não devem ser aceitos ou oferecidos presentes, cortesias, propinas, comissões, viagens, diárias de hotel, ingressos de espetáculos ou quaisquer outras vantagens que visem ao favorecimento de interesses próprios ou alheios no exercício das atribuições na Fundação ou em decorrência dele. Caso sejam recebidos caberá ao destinatário comunicar o fato imediatamente à Direção Geral, devolvendo-o, salvo autorização em contrário.

Art. 7º. A Fundação deve receber pelos seus serviços apenas remuneração pré-estabelecida e de direito, que conste formalmente em documentos oficiais.

IV.3. Atitude pessoal no local de trabalho

Art. 8º. Todo colaborador deve conduzir suas atividades com prudência, tempestividade, respeito às autoridades, espírito de equipe, busca do consenso, honestidade, responsabilidade e compromisso, zelando pela preservação da imagem, da ética e do patrimônio da Fundação.

Art. 9º. É vedado a todas as pessoas sujeitas a este Código de Conduta fazer campanhas a partidos políticos, atividades de natureza política ou pregar ideologias discriminatórias no local de trabalho.

Art. 10. É proibido comercializar qualquer bem ou serviço, vedando-se atividades estranhas aos assuntos da Fundação durante o horário de trabalho.

Art. 11. O critério de seleção ou contratação de fornecedores deve atender às reais necessidades e interesses da FCTER, à igualdade entre fornecedores, resguardando-se critérios técnicos e a ética, considerada, preponderantemente, a relação custo-benefício, devendo-se observar os regramentos complementares existentes.

Art. 12. Não será permitida a prática de nepotismo, ou seja, a contratação ou nomeação de parentes até 3º grau (pai/mãe – irmão(ã)/cunhado(a), sobrinho(a)), de qualquer das pessoas que exerçam cargos ou participem dos órgãos da FCTER, podendo-se respeitar eventuais situações consolidadas.

IV.4. Proteção do meio ambiente

Art. 13. Os colaboradores da Fundação devem participar ativamente da preservação do meio ambiente, inclusive mediante a separação de resíduos, consumo eficiente de energias, evitar desperdícios, economizar no gasto de produtos escassos, dar preferência à utilização de bens recicláveis ou biodegradáveis, fomentando-se o espírito de desenvolvimento sustentável.

IV.5. Forma remuneratória dos colaboradores

Art. 14. A remuneração dos colaboradores deve ser exclusivamente a estipulada nos documentos representativos da contratação, observando-se valores compatíveis ao cargo, vedando-se o pagamento de “salário por fora”, horas extras “por fora” ou qualquer outra espécie remuneratória à margem da folha de pagamento.

IV.6. Exatidão das informações

Art. 15. Os colaboradores e gestores da Fundação têm o dever de registrar todos os dados e informações de forma precisa e completa, mantendo os registros e relatórios dotados de grau de detalhamento necessário a refletir transparência e compreensão.

Art. 16. As demonstrações financeiras, econômicas,contábeis, patrimoniais, etc, devem ser elaboradas em consonância com as leis e com os princípios fundamentais de contabilidade, de maneira a representar adequadamente a situação econômica e financeira da FCTER.

IV.7. Sigilo

Art. 17. Toda a qualquer informação que não seja de domínio público, à qual as pessoas abrangidas por este Código tenham tido acesso através do exercício de suas funções, deverá ser mantida como confidencial e de foro interno, inclusive as de terceiros, mesmo depois da cessação do vínculo com a Fundação. Nenhum agente, fora de suas atribuições, pode revelar informações a qualquer pessoa, de qualquer natureza, relativas à Fundação, notadamente os segredos de negócios, estando obrigado a guardar sigilo absoluto em todos os assuntos relacionados com a sua atividade, não podendo retirar documentos da sede da entidade sem autorização ou guardar para si documentos ou cópias deles.

IV.8. Manifestações públicas

Art. 18. É vedado manifestar-se, em nome da Fundação, por qualquer meio de comunicação, sobre assuntos a ela relacionados, salvo em razão da competência funcional ou de mandato.

IV.9. Acesso de Instituidores e Mantenedores às informações

Art. 19. Os Instituidores e Mantenedores terão acesso, com total transparência, à gestão dos recursos doados e às operações da Fundação obtendo relatórios mensais atualizados que deixem clara a origem e o destino dos recursos, tanto os por si aportados quanto aqueles oriundos da ações estatutários da Fundação.

Parágrafo unico. Os relatórios referidos no caput deste artigo também serão apresentados nas reuniões do Conselho Administrativo.
V. SANÇÕES

Art. 20. A FCTER terá uma Comissão de Ética, integrada por 3 (três) membros titulares e 1(um) suplente, designados pelo Conselho de Administração, por proposta da Direção Geral.
Art. 21. Após Portaria de instauração da sindicância pelo Presidente da Comissão, será assegurada a faculdade de defesa escrita ao acusado, no prazo de 10 dias, permitindo-se a produção de provas em data designada para tanto se for o caso, a critério da Comissão.

Art. 22. A Comissão processante produzirá um Parecer contendo relatório, fundamentação e conclusão opinativa, cabendo ao Conselho de Administração o julgamento, por maioria simples.

Art. 23. As punições possíveis serão graduadas em advertência, suspensão por até 30 dias, ou exclusão dos quadros, conforme a proporção de gravidade, a critério do Conselho de Administração frente às provas produzidas.

Art. 24. As punições acima previstas não excluem a aplicação de outras punições no âmbito trabalhista, criminal, civil e administrativo, conforme as legislações de regência, ressalvando-se que as medidas disciplinares trabalhistas não dependem de sindicância, regendo-se pela CLT.

VI. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 25. O presente Código de Conduta terá vigência a partir de sua aprovação em reunião do Conselho de Administração, sendo que as alterações posteriores terão de ser aprovadas no referido Conselho.

Art. 26. Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho de Administração.

O que fazemos

Principais serviços prestados:

  • Projeto de captação de recursos;
  • Pesquisa Científica e Tecnológica;
  • Consultoria e assessoria técnica para inovação;
  • Treinamento e cursos;

A Fundação Cientifica e Tecnológica em energias renováveis tem como Objetivos Principais:

  • Contribuir para o desenvolvimento nacional de forma sustentável, através de ações voltadas ao desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação, difusão de conhecimento e capacitação profissional.

Demais objetivos da FCTER

  • Difundir conhecimento, via intercambio entre entidades públicas, privadas e acadêmicas;
  • Desenvolver e aprimorar tecnologias de produção de energias renováveis a partir de diferentes matrizes, como sol, vento, água, biomassa e outras; aprimorar pesquisas e tecnologias já existentes, a fim de viabilizar sua aplicação ambiental e econômica;
  • Obter soluções práticas e econômicas, com tecnologias energéticas e ambientais, a serviço da sustentabilidade e da qualidade de vida; pesquisar novas tecnologias aplicáveis; desenvolver produtos eficientes na área da energia renovável;
  • Viabilizar efetivamente as tecnologias desenvolvidas, especialmente no tocante ao binômio custo/benefício;
  • Criar um espaço de pesquisa, de formação acadêmica, buscando agregar novos conhecimentos das diferentes instituições, para formar massa crítica; promover a cooperação técnica, científica e educacional entre as instituições;
  • Obter resultados concretos do ponto de vista tecnológico; criar mecanismos para regulamentação do uso da energia renovável; e fomentar a criação de políticas públicas voltadas a energias renováveis.
  • A FCTER visa, também, criar soluções integradas para as questões que concernem a energia e ao meio ambiente, inspiradas na lógica dos sistemas naturais e dos recursos tecnológicos do mercado, a fim de promover a sustentabilidade das atividades humanas, no meio urbano e rural. As tecnologias desenvolvidas devem ser viabilizadas na pratica e inseridas nas demandas do dia a dia do setor público e privado.

Conselhos FCTER

672278

Conselho Administrativo – FCTER

640520

Conselho Fiscal – FCTER

Conselho Administrativo

Profº Ricardo de Marco

Conselho Administrativo - FCTER
Pró-Reitor UNOESC

Profº Antônio Heronaldo de Souza

Conselho Administrativo - FCTER
Magnífico Reitor UDESC

Profº Gilberto Pinzetta

Conselho Administrativo - FCTER
Coordenador de Pós e Extensão – UNOESC

Dilmar Baretta

Conselho Administrativo - FCTER
Prof.Diretor da Pesquisa e Pós-Graduação UDESC

Dirceu Luiz Dresch

Conselho Administrativo - FCTER
Deputado Estadual

Profº Luiz Eduardo Palominio Bolívar

Conselho Administrativo - FCTER
Coordenador de Engenharia Elétrica – UnC

Helton Araujo Couto Carneiro

Conselho Administrativo - FCTER
Associação dos Engenheiro e Arquitetos do Oeste de Santa Catarina

Nadir José Cervelin

Conselho Administrativo - FCTER
Consultor de processos organizacionais e produtivos.

Luciane Maria Carminatti

Conselho Administrativo - FCTER
Professora e Deputada Estadual

Profº Joviles Vitório Trevisol

Conselho Administrativo - FCTER
Pró-Reitor UFFS

Profª Mari Aurora

Conselho Administrativo - FCTER
Profª de Física na UnC e Pesquisadora e palestrante em Energia Solar, Sustentabilidade.

Arthur Seemann Vieira

Conselho Administrativo - FCTER
Engenheiro – CASAN

Evandro Carlos Barros

Conselho Administrativo - FCTER
Engenheiro Agrônomo – Transferência de Tecnologia – Embrapa

Ricardo Luis Radis Steinmetz

Conselho Administrativo - FCTER
Doutorando em Engenharia Química – EMBRAPA

Gean Lopes da Luz

Conselho Administrativo - FCTER
Doutor em Produção Vegetal – UNOESC Xanxerê

Prof. Dr. Claudio Machado Maia

Conselheiro Suplente - FCTER
Representante – UnoChapecó

Geila Maria da Silva Lemos Beck

Conselho Administrativo - FCTER
Diretora SEST SENAT – Chapecó / SC

Marcus Tomasi

Conselho Administrativo - FCTER
Doutor em Administração – Docente – UDESC

Luiz Roberto Tillmann

Conselho Administrativo - FCTER

Jefferson Roberto Garcez de Luz

Conselho Administrativo - FCTER
Conselheiro Titular representante da ACIC – Associação Comercio e Industria Chapecó

Juliane Tormen

Conselho Administrativo - FCTER
Conselheira suplente do conselho de administração da FCTER, representando ACIC- Associação do Comércio e Industria de Chapeco.

João Roberto Lorenzett

Conselho Administrativo - FCTER

Representante do SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

Conselho Fiscal

Profª Franciele Pastre

Conselho Fiscal - FCTER
Coordenadora do Curso de Ciências Contábeis – Unochapecó

Profº Dr. Luiz Alberto Nottar

Conselho Fiscal - FCTER
Doutor em Engenharia de Produção – UDESC

Valério Braun

Conselho Fiscal - FCTER
Juiz Aposentado
Mestre em Engenharia de Alimentos – UFFS

Profº. Fernando M. Ramos.

Conselho Fiscal - FCTER
Doutorando em Ciências Contábeis, Professor nos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Universidade do Contestado – UnC, designado para função de Auditor Interno (2014-2018)

Sandro Luiz Tremea

Conselho Fiscal - FCTER
Engenheiro Agrônomo

Assessor de Suinocultura – Aurora Alimentos

Balanço Anual (SICAP)