Open/Close Menu A Fundação Científica e Tecnológica em Energias Renováveis – FCTER é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como parceiros apoiadores as organizações públicas e privadas, instituições de ensino superior públicas, comunitárias e privadas, instituições de pesquisa, empresas privadas e associações de entidades de classe, voltada para o desenvolvimento nacional, de forma sustentável, através de ações para o desenvolvimento cientifico, tecnológico e de inovação.

Com o objetivo de promover a produção e a geração de energias renováveis, através de pesquisa, desenvolvimento e inovação é que surgiu a Fundação Científica e Tecnológica em Energias Renováveis (FCTER). Ela está atuando no mercado há oito anos com o apoio de empresas, universidades, Poder Público e da sociedade em geral. A fundação reuniu um grupo de empresários, ontem (21), com o propósito de apresentar as ações e projetos desenvolvidos na área da energia
renovável, além de sensibilizá-los para também fazer parte deste movimento. O presidente da FCTER, Djalma Velho de Azevedo reforça que a fundação pode contribuir no desenvolvimento de novas tecnologias da matriz energética, através de parcerias.

“A fundação precisa de parceiros, porque não se sustenta sozinha, queremos apresentar para a sociedade com o propósito de unir forças”, destaca. Ele também reforça que quanto mais empresas e pessoas estiverem envolvidas no processo, mais ideias poderão surgir com soluções importantes para a sociedade.

“Apresentar a FCTER às empresas é mostrar a importância disso, onde todos poderão sair beneficiados”,frisa o presidente.
O diretor de Assuntos Legislativos da fundação, Andrei Bueno Sander, explica que neste momento climático que estamos vivendo é importante que a sociedade esteja unida com o objetivo de pensar no futuro. “É importante que a sociedade
e os autores envolvidos, que trabalham com energia renovável, se conheçam e criem um ecossistema de inovação para criar mais empresas e novas tecnologias para ajudar”, frisa.

Apoio Empresário, mantenedor e voluntário da fundação, Nelson Akimoto comenta a importância das parcerias na promoção da sustentabilidade, onde as universidades comunitárias e particulares são instituidoras da fundação e as públicas participam do conselho da entidade. “Todas as instituições de ensino debatem com a iniciativa privada e entidades a sustentabilidade. São novas oportunidades de negócios para buscar e que esse propósito seja feito com sinergia entre todos.

Acreditamos que Temos a união, através deste modelo da Itália, que busca otimizar recurso, potenciando na área do conhecimento”, sintetiza Akimoto. Alguns projetos Os empresários acompanharam a explanação de vários projetos, dentre eles, o IPTU Verde, uma plataforma tecnológica que, já está em análise pelo Poder Público de Chapecó. Outro projeto é Sebrae TEC, desenvolvido em parceria com o Sebrae/SC na zona rural. O foco é um diagnóstico na área da energia e já foram realizados em mais de 250 propriedades, agora serão desenvolvidos em mais 300 propriedades da região. “Uma nova parceria que o FCTER está desenvolvendo é para realizar o diagnóstico da água nas propriedades rurais, tanto na água de uso quanto a de descarte. É um desafio com um projeto pequeno para avançar”, explica Akimoto. Nesta mesma linha de ação e, que envolve diversas universidades, é criar o observatório da água com a Bacia do Lajeado São José como protótipo, através de análise avançadas da qualidade da água com amostragem, para ter parâmetros para tomar decisões e ter esse manancial preservado.

O presidente do Conselho de Administração e CEO da Renovigi, Gustavo Müller Martins, comenta que a fundação é órgão catalisador para atrair investimentos para o bem da sociedade. “A origem da Renovigi veio através da fundação. É um fórum de debate que possibilita muito crescimento empresarial e da sociedade. Mostrar que a FCTER está próxima da sociedade e que ela pode usar a fundação, assim como os empresários tem que se aproximar dela”, destaca Martins. O CEO da Renovigi lembra que os negócios precisam se preocupar mais com a sustentabilidade. Isso quer dizer, segundo ele, que as ações humanas, precisam ser pensadas olhando para o futuro. “Precisa ser pró-ativo. Se eu destruir o meio ambiente
ou o entorno, eu não vou ter futuro. Então, a sustentabilidade não é simplesmente o lado romântico do meio ambiente é também a própria responsabilidade de preservação da espécie humana, além dos negócios”, contextualiza.

O mundo não será bem sucedido se o empresariado não oferecer soluções para o planeta e estiver realmente comprometido com isso. E empresas não podem ser bem sucedidas em sociedades fracassadas. Djalma Velho de Azevedo, presidente da FCTER